quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Estante: Harry Potter e a Criança Amaldiçoada

Oiê!
Não sei se eu já comentei por aqui, mas sou muito fã de Harry Potter. Cresci lendo as histórias, acompanhando os filmes e até escrevi fanfics com a minha melhor amiga. Vibrei quando a J.K. lançou o Pottermore e me surpreendi com o lançamento da peça. TÁ, isso já fazem MESES, porém por conta do tempo demorei um pouco para conseguir ler o roteiro da peça. Ganhei o livro no final do ano passado e li em menos de 24 horas. Super normal! Lembro que li o último livro da saga em mais ou menos isso e quando acabei, li de novo! Chegou a hora de contar o que achei do polêmico “Harry Potter e a criança amaldiçoada”.

Bom, preciso confessar eu não me aguentei e li todos os spoilers possíveis antes de ter o livro e eles me deixaram ainda mais empolgados para ler, apesar das minhas expectativas estavam bem baixas. Ah, cuidado, o texto tem alguns spoilers!

Harry Potter e a Criança amaldiçoada começa exatamente onde o epílogo de Relíquias da morte parou. A história começa 19 anos depois e avança mais 3, mostrando o quarto ano de Alvo Severo Potter, filho mais novo de Harry. A leitura é bem fácil, pois é um roteiro, traz poucos detalhes e aprofundamentos que estamos acostumados. De fato, a história não é das melhores, mesmo assim alguns momentos conseguiram aquecer meu coração de fã.  Notei três coisas que me irritaram profundamente:

1-      Viagens no tempo precisam ser bem estruturadas para dar certo e aí eles usaram e abusaram do recurso;
2-      O Rony perdeu muito destaque e achei que o trio principal poderia ter um pouco mais de ênfase, para relembrar os velhos tempos;
3-      Que ideia de m***a inventar que o Voldemort teve uma filha com a Bellatrix! Sério, como alguém pode pensar em uma coisa dessas.

Além desses três pontos, a história tem outros problemas, mas não vou enumera-los aqui, tire suas próprias conclusões!

Li que muitas pessoas acharam o Alvo chato, porém achei que ele se tornou um personagem interessante, que se tivesse mais espaço (ou fosse um romance) poderia ter sido bem aprofundado e trabalhado. Ele é um adolescente que cresceu sob a imagem de ser filho do grande Harry Potter e não soube lidar com isso – nem o Harry. A primeira coisa que me veio à mente foi o Harry do quinto livro, que teve aquela crise bem chata no começo porque ninguém mandou cartas e o evitaram durante o verão. Me julguem, mas essa fase do Harry foi bem chata, fiquei com vontade de dar uns tapas pra ele cair na real. Ainda falando sobre o Alvo, não enxerguei nenhuma abertura de romance entre ele e o Scorpio, por isso não fiquei chateada com o final.

Infelizmente, por ser uma peça, os diálogos são rápidos, muitas vezes explicativos e não permite uma discussão aprofundada de tudo o que a peça trata. Eu viveria bem se essa peça não existisse? Com certeza, ela é totalmente desnecessária para o universo criado pela J.k, ela parte de um ponto, cria universos alternativos e volta para o mesmo ponto – não acrescentou muita coisa. Serviu para aquecer o coração dos fãs, trazer aquela empolgação dos lançamentos dos livros e trazer de volta um assunto para conversar com outros fãs. Por alguns dias foi assunto entre eu e minha amigas que também gostam da série.

O post é sobre o livro, então não vou entrar na discussão dos atores que foram escalados. Sinceramente, não é uma coisa que deveria fazer diferença. Nos filmes tem vários personagens diferentes de como foram descritos no livro. O que importa é como essa peça vai ser apresentada ao público, que o ator consiga passar o peso do personagem.

No começo comentei que eu e minha amiga tínhamos uma fanfic e descobri que ela continua no ar – e que tem uma boa avaliação! Hahaha! As histórias são de 2009 e o texto é meio fraco, mas se você quiser conferir é só clicar aqui e aqui!

Me conta nos comentários o que você acha de trazer um pouco do universo mágico de Harry Potter aqui pro blog?


Até mais!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Marque suas fotos com #PerspectivaLaranja e apareça por aqui!