terça-feira, 20 de setembro de 2016

eSPlorando: Rafting no rio Juquiá

Oiê!
No último sábado, eu e o André fomos até Juquitiba fazer um Rafting no rio Juiquiá. Em abril nossos pontos multiplus iam vencer e decidimos resgatar um passeio de Rafting via o programa Viva! Experiências. Passou outono, passou inverno, compramos o Uthred e praticamente esquecemos do passeio. Só fui lembrar na semana passada dos vouchers e, por sorte, eles só venciam no dia 30/09 – marcamos tudo e fomos pra Juquitiba cair no rio gelado. Agora te conto como foi essa experiência diferente!
Primeiro gostaria de elogia o atendimento do sítio Canoar. Desde o primeiro contato, lá em abril, eles foram muito atenciosos, com respostas objetivas e rápidas. Por isso me senti segura em trocar os pontos por um voucher do Viva! para depois trocar por um passeio com a Canoar. Nessa última semana, voltei a falar com a Canoar para agendar o passeio – conversamos na terça e na quinta já estava tudo agendado e as reservas estavam no meu e-mail na sexta. Foi tudo muito simples.
Foto: Canoar
O Rafting tem duas saídas, às 8:30 e às 14:00, primeiro iríamos na da manhã, mas conseguimos mudar para as 14:00. Saímos de São Paulo lá pelo meio dia e chegamos no Sítio Canoar, em Juquitiba, às 13:40. A primeira coisa a ser feita é o check-in, fomos até a recepção e só precisamos entregar as reservas e os termos de responsabilidade assinados, o resto já estava tudo impresso por lá. Chegamos morrendo e fome e fomos até a lanchonete comer um lanche (o serviço de restaurante estava fechado). Pedimos um combo, mas o lanche não era nada especial. O preço é ok, mas o custo-benefício não, o lanche era bem fraquinho para custar R$25,00. Na hora de pagar, podia ser dinheiro ou cheque direto na lanchonete, ou no cartão na recepção. Escolhemos a segunda opção e tivemos uma surpresa: a máquina do cartão estava quebrada, não tínhamos cheque e nem dinheiro. A solução foi fazer uma transferência bancária, só que lá não tem sinal de várias operadoras de celular e muito menos wi-fi, então a moça de lá compartilhou o 3G dela para que eu pudesse acessar o banco e fazer a transferência.

#FICADICA: Não deixe de levar o dinheiro, apesar de ficar perto de SP, lá não tem sinal de celular, a máquina do cartão pode não funcionar e vai ser um transtorno! Gostaria que a empresa tivesse me avisado desse problema com a máquina de cartão, ficamos em uma situação desconfortável.
Foto: Canoar
Depois de tudo acertado, guardamos nossas coisas no carro. Lá tem vestiários, porém não tem lugar para guardar as coisas, eles pedem para deixar no carro e as chaves ficam em um quadro na recepção. Às 14:30, como previsto, o pessoal nos dividiu em grupos e ficamos em um bote com mais quatro pessoas e o instrutor. Recebemos nossos equipamentos e nos explicaram os comandos básicos que deveriam ser feitos. Fomos até os botes à pé (o percurso tem menos de 1km) e o instrutor nos posicionou no bote. Começamos em uma área de remanso para praticar os comandos e nos familiarizarmos com o remo e os movimentos.
Foto: Canoar
A descida de aproximadamente 5,5km durou duas horas e meia. O rio estava relativamente alto, o que resultou em um passeio com mais áreas de remansos do que de corredeiras. A parte mais “emocionante” foi durante a atividade Surf, onde o bote fica “preso” a uma corredeira e os participantes devem seguir alguns comandos para não cair e o bote não virar. A segunda atividade foi o Pulo da Garganta, onde os participantes podem saltar de uma pedra (só o André saltou) e ser levado pela leve correnteza até os botes e a última atividade seria a vidada do bote, que, felizmente, ninguém do nosso bote quis fazer. No final recebemos um suco de tangerina feito com Tanjal e pegamos um ônibus para voltar ao sítio. Junto com os botes, desce um fotógrafo para pegar os melhores momentos da decida e você pude comprar o CD com 70 fotos por R$60,00 – optamos por não pegar! Depois vou ver se tem a possiblidade de escolher uma ou duas fotos.
Foto: Canoar
Durante todo o percurso tivemos a companhia ilustre da Pitanga e o Pinhão, dois labradores fofos que conhecem o rio e as trilhas melhor do que os próprios instrutores. Eles moram no sítio vizinho e sempre fazem as descidas com o pessoal do Canoar. Eles entram nos botes, saem, nadam no rio, andam pela mata ciliar e voltam para os botes. São lindos!!
A experiência foi legal, mas esperávamos um pouco mais de aventura. O percurso teve muitas áreas de remanso onde o instrutor pedia que parássemos de remar e tentava puxar conversa para o percurso durar as duas horas prometidas. O lugar é maravilhoso, tudo que eu e o André queríamos era ficar em silêncio, ouvindo a água e a mata. A água estava bem fria, nos molhamos bastante, mas não passamos tanto frio quanto eu esperava. Eu pensei que seria como entrar em uma piscina gelada, mas é bem melhor – se bem que eu não entrei no rio!

#FICADICA: Eu usei uma segunda-pele para ski e neve, pois ela é quentinha por dentro e não me deixou sentir frio. Esse tipo de roupa absorve o suor mais rapidamente e o resultado é que a parte de dentro secava mais rápido do que a de fora. Foi a melhor escolha!
Se formos uma próxima vez, seria legal fechar um bote com amigos ou tentamos descer o rio de caiaque.

O Sítio Canoar também oferece Rafting com o seu pet, noturno e no alto juiquiá (que tem corredeiras mais fortes). Além disso tem tirolesa, arvorismo e trilhas. Dá para passar um dia diferente com a família.

O sítio Canoar fica Estrada dos Carmos, 2.000 - Carmos - Juquitiba/SP e você pode agendar seu passeio pelo site ou por telefone.

Você já fez algum rafting na sua vida? Como foi a experiência?

Até mais!

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