sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Cuidados com as unhas: Semana 1

Oiê!
Sempre me orgulhei das minhas unhas, dos esmaltes que eu passava, o problema é que minhas unhas não cooperam muito com a minha vontade de mantê-las sempre pintadas e lindas. Minhas unhas são naturalmente muito finas, a vida toda foram assim, por isso nunca consegui ter unhas compridas. Me lembro que várias meninas do colégio ostentavam unhas longas e as minhas sempre curtas. Além disso, sou uma pessoa estabanada e vivo batendo as mãos. Obviamente, sobrevivi a tudo isso e aprendi a lidar com elas – afinal isso não pode me impedir de ter unhas bonitas! Estava tudo dando certo, até que recentemente minhas unhas começaram a quebrar mais do que o normal e minhas mãos começaram a ressecar muito, por isso fui buscar a ajuda de uma dermatologista.
A dermatologista de passou um esmalte fortalecedor, o Betalfatrus (ISDIN), e tenho passado toda noite desde então. Junto, passo um hidrante bem grosso da Eucerin, o Aquaphor. Não estou tomando nenhum suplemente vitamínico. Eu sei que o esmalte só vai resolver a parte externa e que a unha que eu produzo vai continuar fraca, mas como esse é o meu natural, não acho que uma vitamina pode fazer milagres, principalmente porque se eu estivesse com algum déficit de vitaminas meu cabelo iria estar fraco também, o que não é o caso. Enfim, estou tratando a parte exterior para ver se essas quebras constantes diminuem.
No post de hoje vou contar um pouco sobre a primeira semana do tratamento. Comecei com unhas quebradiças nas pontas, sem esmalte e com as mãos ressecadas, tão ressecadas a ponto de aparecem algumas feridas. Depois de começar a passar o esmalte, minhas unhas pareceram saudáveis e brilhantes, a unha cresceu normalmente, mas ainda quebrou bastante – principalmente as unhas da mão direita, que eu uso mais. O Betalfatrus me deu a sensação de adicionar camadas sobre a unha que às vezes descamavam. Minhas unhas costumam quebrar, mas não descamam e depois do esmalte eu percebi a descamação, só que a unha continuava normal, o que me levou a crer que o que estava descamando era o Betalfratus. Em resumo, minhas unhas não engrossaram, nem ficaram mais fortes. Quanto ao ressecamento, ele melhorou aos poucos, as feridas fecharam, mas as mãos e cutículas continuarem grossas e feias.

Bom, nas próximas semanas, vou continuar o relato desse tratamento, na esperança que eu possa voltar logo a usar esmaltes – estou ficando louca!

Você já teve que fazer algum tratamento para as unhas? Como foi?

Até mais!

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