quinta-feira, 30 de junho de 2016

Tutorial: Delineado com Cut Crease

Oiê!
Continuando com maquiagens neutras, essa semana tem mais delineado e um toque especial, um cut crease marcadinho. Um olho neutro, não tão básico que pode ser o olho perfeito para uma festa, principalmente se você é adepta de tons neutros e quer variar. Bora conferir o passo-a-passo?
Usei os seguintes produtos para preparar a pele:
Base Líquida de Alta Cobertura, cor 02 (Quem disse, Berenice?)
Fit Me! Matte+PorelessPowder, 120 – Classic Ivory (Maybelline) [nas olheiras]
Natural Bronzer, cor 021 Sun Light (Rimmel)
Blush, cor Rose Éclat (Bourjois)
Pó Iluminador Facial, cor 02 (Dailus Pro)
Clique aqui para ampliar.
Com um olho neutro e bem caprichado, quis arrematar com o meu batom favorito do momento, o Quite the Standout (M.A.C). O bom dessa maquiagem é que você pode escolher qualquer cor de batom, se joga no seu favorito!
Confira as fotos do resultado final!


Produtos Utilizados:
- Palette The Nudes (Maybelline)
- Sombra Uno29 (Vult)
- Sombra Coal (Mary Kay)
- Cream Eyeliner, Black (e.l.f.)
- Lápis Studio Secrets Pro Extra Intense, Black (L’Oréal)
- Máscara LASH Sensational (Maybelline)
Ainda não sei se gosto do meu olho com cut crease preto, ou o formato não ajuda o eu ainda não estou fazendo da melhor maneira. Só sei que eu A-D-O-R-O um cut crease, deixa o olhar mais profundo. Minha meta é conseguir fazer um cut crease perfeito!

O que você acha de cut crease marcado?

Até mais!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Vídeo: Bem-vindo Uthred!

Oiê!
No último sábado, dia 25, eu estava passeando com o André quando passamos em frente à um petshop. Lá sempre tem filhotinhos e paramos para olhar. Quando percebo, havia um Spitz preto bem quieto, cheguei perto do vidro e ele me encarou, coloquei a mão no vidro e ele retribuiu...nesse momento me apaixonei!
Eu e o André nem precisamos pensar muito no nome, foi tão natural! Esse Spitz só poderia se chamar Uthred, Uthred de Bebbanburg! Antes de contar um pouco mais sobre ele, aperta o play para se apaixonar por ele!
Como eu expliquei no vídeo (que ficou bem meia boca), Uthred é o nome do personagem principal da série de livros Crônicas Saxônicas (Bernard Cornwell) que deu origem à série da BBC “O último reino”. Todo episódio ele começa falando: “Eu sou Uthred, filho de Uthred” e isso vicia ao longo do tempo! Haha! Uthred é um saxão, herdeiro do condado de Bebbanburg (por isso ele tem o mesmo nome do pai, do avô, do bisavô e assim por diante). Quando os daneses (os vikings dinamarqueses) invadem a região da Nortumbria, onde fica Bebbanburg, há uma grande batalha e o Uthred acaba sendo adotado por um danes, o Ragnar. Por isso, o personagem também é conhecido como Uthred Ragnarson. Uthred sempre está com um casaco de pele enorme, que parecem com os pelos do cachorro Uthred. Enfim, olhamos para essa pequena raposinha peluda e enxergamos o personagem!
O primeiro livro da série e o Uthred, interpretado pelo ator Alexander Doetsch.
Uthred (o cachorro) tem apenas dois meses e nesses últimos dias estamos nos adaptando. Ele é bem dócil, carinhoso e beeeem sapeca. A maior parte de sua pelagem é preta e o restante é branca, o que dá um tom acinzentado em alguns lugares, como o bumbum e rabo. O pelo é bem macio e sedoso, dá vontade de ficar acariciando o tempo todo! Durante o final de semana aproveitamos bastante, mas quando a semana começou sentimos as dificuldades. Ele é um bebe, por isso requer atenção e cuidados. É uma raça que fica bem sozinha e em apartamentos e desde de segunda estamos tentando acostumá-lo a ficar sozinho. De sábado para cá já deu para observar alguma melhora. O maior problema é o lugar onde ele deve fazer suas necessidades. Ele quer marcar território, então estamos sempre atentos e de tempos em tempos o levamos para o tapete higiênico. Já funcionou algumas vezes e duas vezes ele veio sozinho. É uma raça muito esperta, acredito que mais alguns meses e ele já vai estar acertando quase todas as vezes. Para nos ajudar, vamos chamar um adestrador, assim o Uthred vai aprender mais rápido e nós também!
Fizemos algumas adaptações na casa. A sacada é o cantinho dele, como temos o fechamento de vidro, não tem problema ele ficar lá. Compramos duas cercas, uma para a sacada e outra para cozinha – não quero cachorro lá, sempre tem resto de comida no chão e não quero correr o risco dele fazer sujeira por lá. Ele é tão pequeno que a sacada fica enorme para ele! Quando saímos para trabalhar, o Uthred fica na sacada, ele ainda é muito pequeno para explorar a casa sozinho, tenta subir no sofá e quase consegue, mas não sabe descer, por exemplo. Até agora ele só pode transitar na sacada, salas e no quartinho do videogame e aos poucos vamos abrindo os outros quartos para ele. É tudo uma questão de paciência e cuidado!

Estou bem cansada, mas olhar a carinha dele compensa! Nunca pensei que eu fosse ter um cachorro, muito menos agora, mas o coração bateu mais alto pelo Uthred!

Se você tem alguma dica para cuidar de cachorro, me conta nos comentários!

Até mais!

terça-feira, 28 de junho de 2016

Estante: Livros do primeiro semestre de 2016

Oiê!
Uma das minhas metas desse ano é ler pelo menos um livro por mês. Nos dois primeiros meses eu consegui ler três, aí amornei e só em maio e junho voltei a ler bastante e consegui chegar a oito livros lidos. Agora te conto quais foram os livros e o que achei deles!
- Lugares Escuros (Gillian Flynn): Da mesma autora de Garota Exemplar, Lugares Escuros conta a estória de Libby Day, que viu sua família ser assassinada pelo próprio irmão, ou pelo menos é isso que ela acredita. O livro narra dois períodos, o dia em que o assassinato aconteceu e os dias atuais. Em nenhum momento me senti cativada pela personagem principal, ela tem sérios problemas psicológicos e se aproveita das pessoas. Ela ficou bastante conhecida após sobreviver ao massacre e usa isso para conseguir dinheiro e atenção. Quando seu dinheiro acabou que ela precisou procurar outra fonte e nesse momento é que ela precisa revirar o passado para tentar descobrir o que realmente aconteceu. E é isso que dá para contar do livro! É uma trama interessante, mas não consegui me apegar à Libby. Além de Lugares Escuros e Garota Exemplar, também já li Objetos Cortantes, da mesma autora. Dos três, prefiro o Garota Exemplar. 

- O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry): Acreditem ou não, só tive paciência de ler esse livro agora. Ganhei do meu avô logo que aprendi a ler e eu nunca passava na página que ele desenhava a cobra que engoliu um elefante. Li em um dia, mas não achei tudo isso que todo mundo fala. Ah, e dispenso fazer citações do livro! 

- A study in Scarlet (Arthur Conan Doyle): Depois de viciar na série Sherlock da BBC, resolvi ler os livros do detetive mais fam
oso. Comprei um e-book com os nove livros do Sherlock Holmes, em inglês e já li o “Um estudo em vermelho”, em português. O primeiro episódio da série é muito parecido com esse livro, a adaptação é muito bem-feita. Senti um pouco de dificuldade com o inglês, principalmente pela falta de costume de ler o inglês de 1880. O livro tem duas partes, o caso é todo descrito e resolvido na primeira. Na segunda parte mostra os acontecimentos prévios, confesso que fiquei confusa, não entendia o que a segunda parte tinha a ver com a primeira! No final da segunda parte a narrativa volta para o Dr. Watson e tudo é explicado, inclusive a dedução do Sherlock. Ah, outro ponto legal desse livro é que narra como o Sherlock e o Watson se conheceram -  já adianto que essa parte ficou praticamente idêntica no seriado! 
- Vozes anoitecidas (Mia Couto): Esse é um livro de contos do escritor moçambicano Mia Couto. São doze contos que mostras um pouco da cultura, das crenças e da realidade de seu povo. É um livro de leitura fácil e que te coloca em outro universo. Gostei bastante e fiquei curiosa para ler outros livros do autor, inclusive já dei outros livros dele de presente. O próximo livro do Mia que quero ler é o  Mulheres de Cinzas.

- Roverandom (J. R. R. Tolkien): Um livro infantil para fugir das princesas e dos heróis! Roverandom conta a história do cachorro Rover, que mordeu o calcanhar de um feiticeiro e foi transformado em brinquedo. Rover vive as maiores aventuras, viajando para Lua e para o fundo do mar. É um livro encantador! Toda a estória foi criada pelo Tolkien para consolar seu filho mais novo que havia acabado de perder um cachorrinho de brinquedo na praia, enquanto passavam as férias de verão em uma praia. O livro tem um prólogo que conta como a estória foi desenvolvida e quais alterações o Tolkien fez até sua publicação definitiva. Com certeza um livro que lerei para meu (minha) filho (a) no futuro! 
- Toda luz que não podemos ver (Anthony Doerr): Para me interessar neste romance, bastou ler que ele se passava na França durante à segunda guerra, na verdade só pela França eu me interessei. O livro conta a história que uma menina que ficou cega ainda na infância, que mora apenas com seu pai, o chaveiro do Museu de História Natural de Paris. Ele faz de tudo para que a Marie-Laure seja independente, por isso construiu uma maquete perfeita do bairro em que moravam. Com a guerra, eles são obrigados a se mudar e a vida deles muda completamente. O livro também conta sobre Werner, um órfão alemão que acaba no exército e é mandado para a Fança, onde o caminho dele e de Marie se cruzam. A narrativa mistura dois períodos, como o passado de Marie e Werner e o presente, perto do momento de se encontrarem. É um livro bonito e delicado, que mostra um pouco dos horrores da guerra sob o olhar de adolescentes, um alemão e uma francesa. 

- Simplesmente acontece (Cecilia Ahern): Adoro quando aparecem promoções de e-books na Amazon, foi assim que comprei o Simplesmente Acontece, da mesma autora de Ps: Eu te amo (um livro lindo, por sinal). O livro se passa todo por cartas, recados, e-mails e mensagens de texto, o que torna leitura bem rápida. Não há nenhum aprofundamento em descrições, mas apenas pelas cartas é possível captar a personalidade dos personagens. Rosie e Alex são melhores amigos desde que se entendem por gente e o livro conta a história deles dos sete aos cinquenta anos. Ainda na adolescência, Alex se muda com a família para os EUA, enquanto Rosie ficou na Irlanda e mesmo assim, com indas e vindas, eles mantiveram a amizade, o problema é que isso não foi o suficiente. Gostei bastante do livro, torci, sofri e comemorei. Arrisquei ver o filme e não recomendo! Reduziram personagens, mudaram alguns pontos importantes e o período do filme é menor do que  no livro. Se você já viu o filme, vale a pena ler o livro, ele é muito melhor! 
- Oceano no fim do caminho (Neil Gaiman): Também comprei por que estava em promoção e as resenhas eram positivas. O narrador relembra quando tinha sete anos e conta como conheceu as Hempstock. A história se passa em um curto período de tempo e traz um mundo fantástico que coexiste com a nossa realidade. Rapidinho e envolvente de ler, quando comecei não via a hora de saber o desfecho! 

Não sou uma crítica literária e nem pretendo me aprofundar tanto nas análises dos livros, simplesmente vou contar porquê gostei ou não do livro, sem dar spoilers – de séries até vai, mas de livro não rola! Sempre gostei de ler, desde pequena e percebi que já li tantos livros que vários eu já esqueci, principalmente aqueles livros bobinhos de romance que eu tanto gostava na minha adolescência. Por isso resolvi deixar registrado os livros que eu li, para que todos ocupem um espacinho nas minhas lembranças. Ler é maravilhoso, nos permite ir à lugares, conhecer novas coisas, tudo apenas virando uma página!

Ainda não sei como esse tipo de post vai funcionar, sevou escrever toda vez que terminar um livro ou vou acumular alguns...se você tiver alguma sugestão é só deixar nos comentários.

Até mais!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Resenha: Fit Me! Concealer (Maybelline)

Oiê!
Uma das minhas linhas favoritas da Maybelline é a Fit Me! e até agora não me decepcionei com os produtos que eu tenho. Já resenhei as bases Fit Me! (versão antiga e a Matte+Poreless) e as comparei. Agora te conto um pouco mais sobre o corretivo da linha, que tem um precinho ótimo e boa qualidade.
Sobre o corretivo: “Corretivo que permite que mostre seu verdadeiro eu!
Além de se adaptar é leve, respirável e natural!
Porque você irá amá-lo:
É uma maquiagem que não te atrapalha!
- Sem olhos, sem ceras e sem absurdos
- Cobertura natural que deixa a pele do jeito que ele deve ser...leve, respiando e natural
- Exclusiva base translúcida e pigmentos iluminadores que ressaltam os pontos altos da pele e escondem os baixos
- Não-comedogênico, testado por dermatologistas e oftalmologistas e sem fragrância

O corretivo Fit Me! Está disponível em 6 cores, comprei a 15-Fair, mas acho que poderia ter escolhido a 20-Sand. Paguei $5.94 na Target.

Ingredientes: Water (Aqua), Cyclopentasiloxane, Hydrogenated Polyisobutene, Glycerin, Sorbitan Isostearate, Propylene Glycol, Titanium Dioxide, Ozokerite, Phenoxyethanol, Magnesium Sulfate, Disteardimonium Hectorite, Disodium Stearoyl Glutamate, Methylparaben, Acrylates Crosspolymer, Alumina, Butylparaben, Aluminum Hydroxide, Tocopherol, Silica, Chamomilla Recutita (Matricaria Flower Extract), May Contain (+/-): (CI 77891), Iron Oxides (CI 77491, 77492, 77499), Mica.

A embalagem é bem simples, um tubo comprido de plástico transparente com a tampa preta. No tubo, próximo à tampa, vem o nome da cor e na tampa vem o nome da linha. Pelo que eu percebi, essa é a embalagem antiga. O aplicador é tipo gloss e o cabo é bem longo (para alcançar o fundo do tubo).
A fórmula é bem interessante, é líquida de um jeito ótimo para espalhar, mas não tão líquida a ponto de escorrer. Se você já conhece o corretivo da Tracta, o Fit Me! é mais fluído e leve. Ele cobre bem, mas como a cor está um pouco clara para mim, ele tem funcionado melhor para iluminar. Às vezes tenho combinado ele com o corretivo da NYX (do meu tom exato) e o resultado é incrível. Quanto à duração, não tive problemas, não escorreu e nem acumulou nas minhas linhazinhas. Dura o dia inteiro na minha pele. O acabamento é sequinho e confortável, acredito que dá certo com peles oleosas e secas – assim, peles muito oleosas precisarão de pó e as muito secas um pouco de hidratação prévia. É tudo uma questão de entender sua pele!


O corretivo Fit Me! não é destinado à um tipo de pele específico, tanto que agora que a linha tem versões de pó e base para pele oleosa e pele seca ela manteve apenas um corretivo. Não é um corretivo que vai cobrir 100%, mas para pequenas e médias correções ele vai ajudar. O custo-benefício é muito bom, tirando o fato de que ele não vende no Brasil. Isto é, recentemente a linha chegou ao Brasil, mas as fórmulas são exclusivas do Brasil, dedicadas à pele oleosa e só tem três tonalidades de corretivo...assim não dá Maybelline! Assim que possível, comparo o corretivo gringo com o nacional. É só continuar acompanhando o blog!

Você já experimentou algum corretivo da linha Fit Me!? Me conta o que achou dele!

Até mais!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Esmalte da Semana: Let's Meet (Sinful Colors)

Oiê!
Esmalte amarelo quase sempre é ruim! Ou é grosso ou é aguado, fica com bolinhas, marca pincel...enfim, passar um esmalte amarelo pode significar uma relação de amor e ódio! Mesmo assim comprei um esmalte amarelo da Sinful Colors, o Let’s Meet. Até gosto de esmalte amarelo, mas acabei comprando por que estava em promoção (junto com o prata). No final, até que o Let’s Meet foi fácil de passar!
Vem com 15mL e dentro tem a bolinha para misturar. É um vidro gordinho com tampa longa, preta e com as iniciais da marca no topo (achei interessante para identificar a marca na minha caixa de esmaltes). O pincel é daquele tipo comum, com cerdas macias que não marcam na hora de esmaltar. As informações estão impressas no vidro e são fáceis de ler, o nome está marcado em um adesivo na base do vidro.
O Let’s Meet é o famoso amerelo gema de ovo, bem vibrante e pigmentado. A fórmula é boa, mesmo assim a esmaltação ficou um pouco manchada, mas bem pouco quando comparado com outros esmaltes amarelos. Passei duas camadas e não passei top coat.  
A duração foi bem boa! Apareceu uma mini-lasca no segundo dia (provavelmente porque bati a mão) e só foi ficar feio lá pelo quarto dia. Gostei bastante da duração e sem top coat, fazia tempo que eu não me impressionava com uma duração.

Mais um Sinful Color aprovado e mais vontade de ter outros esmaltes da marca!
O que você achou desse amarelinho?

Até Mais!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Tutorial: Delineado Basiquinho

Oiê!
Como maquiagens com tons neutros ficam L-I-N-D-A-S! São harmoniosas, versáteis e não é preciso pensar muito na hora de combinar as sombras. Normalmente são simples de fazer, mas às vezes é legal combinar várias sombras parecidas para formar uma transição legal. É isso que eu quis fazer nesse tutorial. Usei algumas sombras neutras que não aparecem individualmente, mas formam um conjunto bonito. E para arrematar, um delineado basiquinho! É só continuar lendo!
Usei os seguintes produtos para preparar a pele:
StudioFix Fluid, cor NC20 (M.A.C.)
Blush, cor Rose Éclat (Bourjois)
Natural Bronzer, na cor 021 Sun Light (Rimmel)
- Lápis de sobrancelha, Cinzel (Quem disse, Berenice?)
Clique aqui para ampliar.
Para não fugir dos neutros, escolhi o Statement Nude (L’Oréal), mas essa é a sua hora de ser criativa nos lábios, afinal essa maquiagem permite.
O resultado, você já sabe, estão nas fotos abaixo!


Produtos utilizados:
Primer de olhos (Quem disse, Berenice?)
- Endless Eyes Day to Night Palette (e.l.f.)
 - Cream Eyeliner, Black (e.l.f.)
- Lápis Studio Secrets Pro Extra Intense, Black (L’Oréal)
- Máscara The Mega Plush (Maybelline)

Não ando muito criativa para tutoriais, por isso escolhi mais uma opção de maquiagem neutra e já adianto que na semana que vem também vai uma make neutra (com um toque especial, claro!). O meu delineado, apesar de não ter um mega puxadinho, deu um ar mais pesado ao olhar e percebi que estou gostando de carregar no preto ultimamente. É fase! Esse tipo de olho é um dos meus favoritos – mais clarinho no canto interno e vai escurecendo. Fiz essa maquiagem pela manhã e fiquei com ela até de noite, foram duas festas e por isso optei por um delineado basiquinho e duradouro!

Me conta o que você achou dessa make!
Até mais!



quarta-feira, 22 de junho de 2016

Minha primeira máquina de costura!

Oiê!
Antes de pensar em ser bióloga (ou blogueira), eu queria ser uma estilista (famosa, claro!). Sempre me interessei por costura, mas nunca pude aprender a fundo. As escolas de corte e costura que conhecíamos só aceitava alunos com mais de 16 anos (na época eu tinha uns 14). Minha avó até tinha uma máquina de costura, mas ela só sabe o bê-a-ba e minha tia-avó, que é costureira, deu mil e uma desculpas para não me ensinar. Enfim, minha vó me ensinou algumas coisinhas, mas eu praticamente aprendi a costurar sozinha. Desde aquela época um dos meus sonhos era ter uma máquina de costura (até coloquei na lista de casamento)! Quando fui visitar meu tio, vi que tinham algumas máquinas portáteis por menos de $30.00 e parecia uma boa, até que achei uma promoção imperdível no Walmart e comprei uma máquina completinha para chamar de minha! Foi praticamente amor à primeira vista!
Sobre a JX2517: “A JX2517 faz costuras e remendo básico, enquanto oferece uma facilidade de uso excepcional à baixo custo. Conta com 17 pontos utilitários e decorativos, incluindo um automático para casa de botão em quatro passos, em uma máquina compacta e leve. A JX2517 também dispões de um Quick-set™ resistente para a bobina superior e uma luz de led na área de trabalho. Também é possível reparar uma bainha com ponto invisível ou criar projetos de decoração. É costura fácil!
- 17 pontos internos, incluindo um automático em 4-passos para casa de botão
- 38 Funções de Ponto
- Luz de led ampla na área de trabalho
- Braço livre para costura punhos e mangas
- Sistema de enrolamento de bobina fácil
- Bainha invisível de maneira simples
- Linha superior de controle de tensão marcada
- Seleção de pontos marcada
- Quick-set ™  resistente para bobina superior

Por essa belezura eu paguei apenas $69.00 + taxas. Convertendo, a máquina saiu por uns R$260,00, um bom preço comparado com as que vi por aqui. Primeiro vi a promoção no site, conversei com a minha tia (que costura bem) e no dia seguinte fomos ao Walmart comprar. A melhor parte é que a máquina continua por esse preço no site!

Quando eu penso em máquina de costura, duas marcas vêm na minha cabeça: Singer e Brother. Acho que são as mais tradicionais. A minha uma Brother, vem com 17 pontos e até dá para fazer casa de botão. Minha tia disse que uma boa máquina básica deve vir com pontos elásticos (acho que são o 2, 3 e 4), então #ficadica!  A JX2517 é uma máquina muito fácil de mexer, na minha opinião ela bem intuitiva. Ela vem com alguns acessórios: conjunto de agulhas, pé de zíper, zigzag e botão, bobinas e chave de fenda oval. Claro eu já comprei mais alguns, como pé de zíper invisível, agulhas mais finas e mais grossas e mais bobinas. Aos poucos pretendo comprar mais coisinhas. A máquina é fácil de transportar e pesa uns 5kg, ainda não tenho um case para ela e por enquanto não sei se realmente preciso. Além de tudo isso, minha máquina é florida e linda. Sério, se eu tivesse espaço em casa eu montaria uma mini-atelier e ela ficaria exposta!
Ainda estou aprendendo a dominá-la. Como dá para ver na imagem, ainda não consigo fazer uma costura retinha, por isso sempre que posso pego um retalho para praticar. Até agora já consegui fazer uma capa de almofada, um caminho de mesa e uma CALÇA! Sim, eu fiz uma calça! Enquanto estava na casa dos meus tios, fomos à uma loja de tecidos e achamos um tecido preto de linho em promoção, minha tia olhou e disse que daria para fazer uma calça para mim e esse foi meu projeto no final da viagem. Consegui terminar a calça lá, mas optamos por colocar um elástico, só que eu achei que não funcionou tão bem. Poxa, eu quero usar essa calça, ela vai ficar linda! Então eu desfiz a costura do elástico, aumentei o cós e estou estudando como vou colocar o zíper invisível na lateral. Assim que eu terminar, vou postar aqui. Será minha primeira peça de roupa de muitas que pretendo fazer!
Bom, se você também tem esse desejo de ter uma máquina de costura, procure máquinas básicas e simples, entretanto não escolha uma muito simples porque isso vai te limitar. Quando você começa a entender a máquina, mil e uma ideias surgem na sua frente e uma máquina mais completa podem te ajudar a concretizar suas criações. Eu poderia ter comprado uma máquina de $20.00, mas ela praticamente só fazia o ponto reto e não costurava tecidos grossos como o jeans – aí ser um tiro no pé! Pesquise bastante, pense no uso que essa máquina terá e converse com pessoas que entendem um pouco do assunto, assim você fará uma compra mais certeira.

Você quer saber mais alguma coisa sobre a minha JX-2517?

Até mais!

terça-feira, 21 de junho de 2016

Televisando: Jessica Jones

Oiê!
Antes da segunda temporada de Demolidor, a Netflix tinha lançado a série da Jessica Jones. Assim como o Demolidor, Jéssica Jones faz parte dos Defensores, que estreará após as séries do Luke Cage e do Punho de Ferro. Demorei um pouco (na verdade muito) para escrever sobre a série porque fiquei meio irritada com ela. Veja bem, eu gostei da série, mas eu fiquei muito tensa enquanto assistia os episódios...enfim, agora te conto o que achei sem spoilers, claro!
Sinopse: “Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua carreira e passou a levar a vida como detetive particular no bairro de Hell's Kitchen, em Nova York, na sua própria agência de investigações, a Alias Investigations. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas, mesmo tentando fugir do passado, seus demônios particulares vão voltar a perseguí-la, na figura de Zebediah Kilgrave (David Tennant), um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção de Jessica
Jessica Jones foi lançada no segundo semestre de 2015, tem treze episódios e todos estão disponíveis na Netflix.
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Jessica Jones é a primeira heróina (com super-poderes) a ter uma série (ou filme) da Marvel e isso foi um marco importante. Desde o ano passado a Marvel tem dado destaque à algumas personagens femininas, muito disso é influência das eleições presidenciais americanas que acontecem esse ano – a Marvel é declaradamente Democrata que, caso você não saiba, é o partido da Hilary Clinton.
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Voltando para a série, Jessica Jones tem super-força e tenta passar desapercebida, porém não tem problema algum em usá-la quando necessário.  Ela trabalha como detetive particular, está sempre bebendo e tenta superar um trauma passado. Obviamente o causador desse trauma volta e é o grande vilão da série, o Kilgrave. Tipo, ele é aquele vilão que me dá nos nervos...a cada episódio eu tinha mais certeza de que ninguém iria conseguir pará-lo. Entendeu porque a série me deixou irritada?!
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A Jessica Jones não é uma heroína perfeita, que salva o dia sem se descabelar. A mulher vai se destruindo por dentro para conseguir dar a volta por cima. Ela bem que tenta ficar sozinha, mas sua melhor amiga Trish tenta ajuda-la da maneira que pode, principalmente dando conselhos e apoio moral – tem umas cenas ótimas com ela! Além disso, o Luke Cage já aparece na série da Jessica, afinal eles são namorados nas HQs, assim a série começa a desenvolver um relacionamento entre eles (talvez continue a ser explorado na série o Luke, que deve estrear em setembro). Quanto ao universo do Demolidor, apesar de ambas as séries se passarem em Hell's Kitchen, só a Claire aparece para linkar tudo.
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É uma série boa, os episódios são bem conectados e provavelmente vai te prender no sofá. Lembro que eu e o André assistimos a série em um final de semana. Estou me segurando para não contar spoilers, mas está difícil! Melhor parar de escrever! Haha!

E você já assistiu Jessica Jones?

Até mais!

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Resenha: The Mega Plush (Maybelline)

Oiê!
Não é novidade que a Maybelline tem trocentas máscaras e que nem metade vem para o Brasil. Há uns dois anos li sobre a Mega Plush e só agora comprei. Ainda dei sorte e ganhei um pequeno desconto na máscara...ai é MARA! Continue lendo para saber mais sobre a Mega Plush.
Segundo a Maybelline: “Agora, mega volume vem com mega plush. Nossa primeira máscara gel-mousse. Cílios finos e engruminhados nunca mais!
Por que você irá amá-las:
• Nossa primeira máscara gel-mousse com 40% menos ceras duras para um volume maciço com toque suave
• A escova patenteada Flexor extra-macia acaricia os cílios
• Nunca mais cílios finos e com grumos
• Disponível nas versões à prova d’água e lavável

Também está disponível em três cores: Blackest Black, Brownish Black e Very Black. Comprei a cor Blackest Black na versão lavável e paguei uns $5.00 na Target.
A Mega Plush faz parte da linha Volum’ Express e tem o tubinho igual ao da Colossal, o que muda é a cor, a Mega Plush é turquesa com detalhes em roxo. A tal escovinha Flexor é de cerdas e fofinha. Suas cerdas são comprinhas e a escova tem um formato amendoado. Outro detalhe é que a haste tem (como se fosse) uma pequena dobradiça que torna a escova maleável. As primeiras aplicações são um pouco estranhas, mas depois você se acostuma.
Não tive problemas com a fórmula, ela não é tão grossa quanto outras máscaras, mas não me importo, acho que ela tem a consistência certa. A Mega Plush desliza bem pelos fios dando um bom volume. Achei que a curvatura não mudou muito e alongou só um pouco. Gosto bastante do volume que ela dá na base dos cílios. Quanto à cor, ela é bem pretinha.
Apesar de ser uma máscara lavável, ela aguenta o dia todo. É claro que se você molhar o rosto, ela vai borrar um pouco e se passar a mão, o desastre estará feito! Mas é sério, ela não carimbou na pálpebra e nem escorreu ao longo do dia. Se chorar provavelmente vai sair, mas não testei para saber.
The Nudes I
Esperei a Mega Plush por dois anos e posso dizer que a espera valeu! Ela deixa os cílios bem encorpados e tem um ótimo custo-benefício. Só consegui encontrar um problema: ELA NÃO É VENDIDA NO BRASIL! Poxa Maybelline, dá um jeito nisso! Toda hora vocês lançam uma máscara nova e nós ficamos aqui chupando dedo! #RecadoDado

Você já experimentou a Mega Plush?

Até mais!

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Esmalte da Semana: Jump in my Jumpsuit (Essie)

Oiê!
Finalmente eu tenho um esmalte da Essie! Haha! Eu sempre quis, desde que comecei a viciar em esmaltes e agora eu tenho um para chamar de meu! Escolhi uma cor meio clássica, um vermelho cereja que combina com vários momentos. Me arrependei de não ter trazido mais esmaltes da marca...paciência. Por enquanto, me contento com o Jump in my Jumpsuit!
O vidinho da Essie é muito bonito. Quadrado, com o nome da marca em alto relevo e tampinha branca. O nome vem em um adesivo na base do vidro. O pincel é achatinho e seu tamanho é ótimo, também vem com as bolinhas para não decantar. A fórmula é livre de DBP, Tolueno e Formaldeído.
O Jump in my Jumpsuit é uma vermelho cereja bem bonito. Um tom fechado, que se destaca na minha pele. É um vermelho clássico e toda marca tem pelo menos um tom parecido com ele. Passei duas camadas do Jump in my Jumpsuit e não passei top coat. Ele secou bem, mas não achei o acabamento dele tão brilhoso, da próxima vez vou finalizar com um top coat.

Ele começou a desgastar nas pontas bem rápido, por isso nas fotos ele já está bem desgastado. Lá pelo terceiro dia é que as lascas apareceram de vez e aí foi aquela “lascação”! Não fiquei impressionada com a duração, mas talvez isso melhore com o top coat, daí venho te contar de fez diferença,
Acho que o maior prazer que tive foi de saber que o esmalte era da Essie. É besteira? É! Mas era um sonho muito grande ter um esmalte da marca. Lembro que ficava lendo os blogs sobre esmaltes e toda vez que a Essie aparecia eu suspirava. O Jump in my Jumpsuit é uma cor comum, mas vale a pena ter só porque é da Essie #soudessas!

Você já experimentou alguma esmalte da Essie?

Até mais!

Marque suas fotos com #PerspectivaLaranja e apareça por aqui!