terça-feira, 8 de março de 2016

Televisando: Orphan Black

Oiê!
Hoje vou contar um pouquinho sobre a série Orphan Black, da BBC America. Quem me indicou foi minha melhor amiga Thaís, que me disse que eu iria gostar. Não deu outra, comecei a assistir e não consegui parar até terminar as temporadas disponíveis do Netflix. Nada mais justo do que falar de uma série protagonizada por mulheres fortes no dia internacional da mulher!
Sinopse:Orphan Black acompanha a vida da órfã Sarah. Depois de testemunhar o suicídio de uma mulher, Sarah assume a identidade da estranha, a qual se parece muito como ela. Ao invés de resolver todos os seus problemas limpando economia da mulher morta como esperava, Sarah entra de cabeça em um mistério caleidoscópico quando ela percebe a verdade estonteante: ela e a mulher morta são clones. Conforme Sarah procura respostas, ela descobre o fato assustador de que existem mais pessoas como ela lá fora - indivíduos geneticamente idênticos que foram implantadas em pais biológicos desavisados e criadas em circunstâncias completamente diferentes. Sem ideia de quem criou os clones, ela vai precisar para descobrir a razão rapidamente, enquanto um assassino está matando os clones um a um.

A série está na sua quarta temporada (estreia no Estados Unidos em abril desse ano) e as duas primeiras estão disponíveis no Netflix.
Orphan Black conseguiu me surpreender do começo ao fim. Cada episódio me fazia pensar em uma teoria diferente (acertei algumas!). Além de uma história bem contada, a atriz Tatiana Maslany tem uma atuação bárbara – ela interpreta todos os clones e para cada um a interpretação é completamente diferente. Cheguei a um ponto em que eu me esquecia de que era a mesma atriz! Outra coisa que gostei da série foi como eles exploraram os clones, como a criação e a nacionalidade afeta a personalidade delas.

Não curti muito a segunda temporada, achei que se arrastou um pouco e forçaram a barra. Por outro lado, essa mesma temporada trouxe algumas respostas importantes, como o fato da Sarah poder engravidar ao contrário de suas “irmãs”, coisa que me deixava bem intrigada. Quem está por trás deste experimento (com grandes problemas éticos) são pessoas poderosas e elas não vão deixar as mulheres investigarem isso muito a fundo. Em um determinado momento essas pessoas se veem obrigadas a liberar mais informações sobre os clones e os experimentos, mas isso não quer dizer que os problemas delas estão resolvidos. Até agora não se sabe o número exato de clones espalhados pelo planeta e nem sei se saberemos disso algum dia!
Todas as mulheres têm personalidades fortes e diferentes entre si, juntas elas se completam. A série respeita a individualidade de cada uma, explora suas fraquezas, dúvidas e incertezas, mas sem torna-las fracas. Orphan Black passa longe do clichê “achei minha gêmea perdida, vamos ficar juntas”, ao contrário, as personagens percebem que precisam ficar unidas para sobreviver e superar a loucura que suas vidas se tornaram.

É difícil falar da série sem entregar muitas coisas! Preferi falar bem por cima, apenas para te dar vontade de assistir. É uma série curta, tem 10 episódios por temporada, vale a pena!

E você já assistiu Orphan Black?

Até mais!

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